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  • ESPORTE EM FOCO - Brasil encerra fase de grupos invicto e segue como favorito no Mundial de Futsal na Lituânia
    A seleção brasileira de futsal encerrou neste domingo (19) sua participação na fase de grupos invicta. Já classificada após as goleadas contra o Vietnã (9-1) e contra a República Tcheca (4-0), a equipe encarou o último jogo contra o Panamá como um novo desafio para melhorar o entrosamento e reforçar a defesa. Com reportagem de Marco Martins, enviado da RFI à Lituânia O Brasil avança às oitavas de final após vencer o Panamá por 5-1 em Klaipeda, na Lituânia. Apesar de já classificado, o pivô Ferrão, autor de dois gols contra os tchecos, encarou a partida contra os panamenhos com seriedade. “Não tem de relaxar. A gente sabe que cada jogo é uma nova história. A gente precisa, indiferentemente do adversário, de melhorar, de estar cada vez mais como um grupo. Isso é importante. Cada jogo é uma aprendizagem para a gente melhorar porque nos próximos jogos vamos precisar”; afirmou Ferrão antes de entrar em campo. O goleiro Guita ressalta que a equipe, tendo sofrido apenas um gol em duas partidas, precisava mostrar contra o terceiro adversário do Mundial a força também de sua defesa. “Quando o Brasil entra em competições, ainda mais em futsal, a gente sempre visa o título. Claro que tem outras seleções classificadas e vai ser difícil todos os confrontos daqui para frente, mas gente tem que pensar o que a gente quer no final. A gente quer ser campeão. É isso que a gente tem que colocar na mente e ir atrás disso. Entrar para vencer para fazer gol, mostra a força do Brasil e garantir a primeira colocação”, declarou o goleiro. Título é um sonho Para o treinador Marquinhos, o Brasil segue como um dos favoritos ao título, mas tem cada vez mais desafios difíceis pela frente. “É um sonho. Não estamos sozinhos nessa busca. Existem outros concorrentes muito capacitados, A gente está usando cada jogo para progredir, para evoluir taticamente e conseguir uma condição física que nos habilite a continuar sonhando. A gente vai buscar até o final essa possibilidade”, indicou o treinador Marquinhos. O Brasil terminou a fase de grupos no primeiro lugar no grupo D com 9 pontos. A República Tcheca e o Vietnã, que empataram o último jogo (1-1), somaram 4 pontos e ficaram respectivamente na segunda e na terceira posição. O Panamá não marcou nenhum ponto e ficou na lanterninha do grupo.
    9/19/2021
    14:00
  • ESPORTE EM FOCO - Futebol virou grande negócio mas ainda inspira escritores no Brasil e na França
    Desde Nelson Rodrigues e suas memoráveis crônicas de futebol, reunidas na coletânea “À sombra das chuteiras imortais”, o esporte mais popular do mundo continua inspirando escritores no Brasil, mas também em outros países. O jornalista brasileiro Eduardo Lamas publica o nostálgico “Contos da Bola”, pela editora Cartola, e o francês Olivier Guez “Une passion absurde et devorante” (“Uma paixão absurda e devoradora”) pela editora L’Observatoire. Olivier Guez e Eduardo Lamas não se conhecem, mas, além da paixão pelo futebol, têm muitas coisas em comum, a começar pela Copa do Mundo de 1982. Foi durante o Mundial na Espanha que Olivier Guez assitiu pela primeira vez a disputa planetária e descobriu que estava conectado com o mundo. “O primeiro jogo que assisti, na TV na casa de meus avôs em Estrasburgo (leste da França) foi o França x Inglaterra. A seleção francesa não se saiu bem, mas comigo aconteceu algo impressionante. Deixei a sala onde estava, o círculo familiar, a cidade média onde morava, para integrar uma comunidade mundial, a comunidade dos apaixonados pelo futebol. Eu estava, de alguma maneira, linkado com o planeta”, lembra em entrevista a Pierre-Edouard Deldique da RFI. A Copa do Mundo de 1982, e a seleção canarinho comandada por Zico, também marcou a geração do carioca Eduardo Lamas. “A seleção de 82 marcou a minha geração. 1982 é o meu auge como torcedor. Eu tinha 16 anos. É uma selação que marcou muito todos nós”. “Uma paixão absurda e devoradora” é o segundo livro de Oliver Guez sobre o futebol que, segundo ele, é “uma cultura formidável”. Em 2014, pouco antes da Copa do Mundo no Brasil, publicou “L`Éloge de l’Esquive” (“O Elogio da Esquiva”), sobre o drible e o futebol arte brasileiro. Ele lamenta ser um dos poucos a escrever sobre o esporte na França, bicampeã mundial, que não é um país do futebol. "O que me impresiona é que, ao contrário de países vizinhos e outras grandes nações sul-americanas, a França só ama o futebol quando a seleção nacional ganha. Há uma espécie de desprezo dos intelectuais do país com o futebol, considerado ópio do povo. Em outros países, vários escritores se interessaram pelo futebol, sem nenhuma vergonha. Por exemplo, o cantor Chico Buarque, que também é um grande escritor brasileiro, adora e joga futebol e isso não é nenhum problema”, salienta Guez. Argentina de Maradona Apesar de admirar o futebol brasileiro, a verdadeira paixão de Guez na América Latina é Argentina, terra de Maradona, tema de várias crônicas de “Uma paixão absurda e devoradora”. “Assistir um jogo de uma arquibancada na Argentina é um espetáculo excepcional. Um torcedor fanático tem que ter a chance de assistir um jogo em um estádio argentino”, sentencia o escritor francês. Como Olivier Guez, Eduardo Lamas também sonhou, criança, em ser um craque da bola, antes de virar um torcedor apaixonado e transformar os jogos e momentos que viveu nas arquibancadas em ficção. Os Contos da Bola lembram o velho Maracanã, o maior estádio do mundo, a Copa de 1970 e outras vitórias, as peladas nas ruas, o entusiasmo de campeonatos estaduais, o futebol arte. Para o jornalista brasileiro, todo torcedor é nostálgico: “O torcedor é em essência nostálgico. Embora ele esteja ali no dia a dia torcendo, acompanhando o noticiário, querendo saber quem o clube vai contratar, quem não vai, ele está sempre se referindo ao passado, aos grandes times, mesmo os mais jovens. Volta e meia, eles fazem nas redes sociais enquetes sobre os melhores jogadores de determinado clube, fazem a seleção dos melhores jogadores do mundo de todos os tempos." "Futebol virou um grande negócio" Tanto Olivier Guez quanto Eduardo Lamas criticam o futebol atual que se transformou em um grande negócio. O escritor carioca, hoje radicado em Florianópolis, diz que quase não vai mais aos estádios e tem dificuldades em criar no ambiente atual: “Hoje em dia o futebol ficou profissional demais. Virou um grande negócio. Os clubes são empresas. Lógico que o futebol sempre traz muitas histórias interessantes, tanto dentro quanto fora de campo, mas hoje em dia eu não consigo criar muito com esse ambiente atual, talvez de uma forma mais crítica, sim", revela. No entanto, Lamas já prepara o segundo volume de “Contos da Bola” onde as mulheres, praticamente ausentes do primeiro volume, marcarão presença: "O futebol feminino está ficando cada vez mais forte. As mulheres estão muito mais presentes do que na época em que eu era torcedor. Para você ter uma ideia, o futebol feminino era proibido no Brasil até a década de 1970. Tinha muito preconceito porque naquela época, realmente, elas eram muito pouco presentes e quando uma mulher mais bonita aparecia na arquibancada os gritos não eram muito elogiosos, o que revela também um caráter bem complicado da nossa cultura machista", acredita o jornalista. Eduardo Lamas tem também um projeto sobre música e futebol “Jogada de música” e escolhe para resumir a frutífera relação entre as duas artes no Brasil, o choro 1 a 0 de Pixinguinha, o primeiro de todos, composto em homenagem à vitória do Brasil sobre a seleção uruguaia no campeonato sul-americano de 1919. Os livros "Une passion absurde et devorante”, de Olivier Guez, e "Contos da Bola", de Eduardo Lamas, também estão disponíveis em versão ebook nas plataformas digitais.
    9/13/2021
    7:46
  • ESPORTE EM FOCO - “Meu legado é mostrar o valor da pessoa com deficiência”, diz Daniel Dias ao se despedir das competições
    O desfile da cerimônia de encerramento dos Jogos Paralímpicos de Tóquio neste domingo (5) no Estádio Olímpico teve uma relevância suplementar para o Brasil. O porta-bandeira da delegação brasileira foi o multimedalhista paralímpico Daniel Dias que se despediu do esporte no Japão. A escolha de Daniel Dias como porta-bandeira foi uma homenagem do Comitê Paralímpico Brasileiro “ao maior atleta da natação paralímpica mundial”, indicou o presidente da entidade Mizael Conrado. Na capital japonesa, o nadador conquistou três medalhas de bronze, nos 200m livre, 100m livre e revezamento 4x50m livre misto 20 pontos. E somou em sua carreira 28 medalhas paralímpicas, sendo 14 de ouro, um recorde. Ele havia anunciado a aposentadoria das piscinas em janeiro, e nadou a última prova de sua carreira na quarta-feira, 1º de setembro, quando ficou em quarto lugar nos 50m livre. Um momento de muitas emoções “que vai ficar marcado, após cinco anos de preparação intensa e muitas dificuldades” disse em entrevista à RFI, Daniel Dias. O nadador se orgulha do legado que deixa. “Acredito que o grande legado que deixo é de mostrar o valor do ser humano, mostrar o valor da pessoa com deficiência, do que somos capazes de realizar quando acreditamos nos nossos sonhos, nos nossos objetivos e que, acima de tudo, uma deficiência não define quem somos. É esse legado que eu sempre tentei deixar, vai muito além de conquistas, de medalhas”, afirma. Com a ajuda de Daniel Dias, a natação paralímpica brasileira fez em Tóquio a melhor atuação de todos os tempos. Foram ao todo 23 medalhas, sendo 8 de ouro, 5 de prata e 10 de bronze. Daniel se despede, mas novos astros da natação surgiram nesses Jogos Paralímpicos: Carol Santiago, Gabriel Araújo, Gabriel Bandeira e Wendell Belarmino. Para o multimedalhista, o Brasil está no caminho certo, mas ainda pode fazer mais para melhorar a visibilidade dos paratletas. “Os Jogos do Rio foram um marco muito grande de ter o reconhecimento no Brasil. Mas sendo bem sincero, acho que a gente está bem aquém de visibilidade o esporte paralímpico. A gente tem muito a crescer no país, mas a gente está na caminhada, nos passos certos para que, cada dia mais, o atleta paralímpico tenha uma visibilidade maior e que a gente consiga, de fato, ter a visibilidade que busca, de acordo com todas as conquistas que temos”, avalia. Melhor campanha da história Não foi só na natação que o Brasil brilhou nessas Paralimpíadas. O atletismo terminou a disputa com recorde de medalhas e paratletas brasileiros conquistaram pódios inéditos em várias categorias como o ouro no goalball masculino, e a prata na canoagem. O país fez a melhor campanha da história nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, ficando em 7º lugar no quadro de medalhas, com um total de 72: 22 de ouro, 20 de prata e 30 de bronze. Para o atleta Paulo Sérgio Salmin Filho, da equipe de Tênis de Mesa, o Brasil se confirma como uma potência paralímpica. “O Comitê Paralímpico Brasileiro, junto com a Confederação, dá uma estrutura muito boa para a gente. O Brasil no paralímpico é uma potência. Desfrutar disso, ter a oportunidade de dar o máximo e vir aqui representar meu país é uma honra para a gente”, afirma Paulo Sérgio. Jogos de Paris Daniel Dias se aposentou das competições, mas vai continuar atuante no esporte. O nadador fundou um instituto que leva seu nome, para treinar pessoas com deficiência da região da cidade de Bragança Paulista e já participa do Conselho Nacional de Atletas e da Assembleia Geral do Comitê Paralímpico Brasileiro. Ele já pensa nos Jogos Paralímpicos de Paris, em 2024: “Eu pensando no futuro, imaginando Paris, acredito que o Brasil vai ter grandes conquistas, como está tendo em Tóquio, mas vai ter ainda mais. A natação tem evoluído, crescido. Estou muito esperançoso para que esses meninos e meninas que estão aqui hoje continuem contribuindo com a natação paraolímpica brasileira, com o esporte paraolímpico e em Paris possam continuar sendo medalhistas”. Como aconteceu nos Jogos Olímpicos, após a cerimônia em Tóquio que marcou o fim das Paralimpíadas, realizadas em condições excepcionais devido à pandemia de Covid-19, Paris recebeu neste domingo a bandeira paralímpica. A capital francesa vai acolher a próxima edição do evento em 2024.
    9/5/2021
    6:21
  • ESPORTE EM FOCO - Brasil tem dia dourado na natação e quebra recorde paralímpico em Tóquio
    O fim de semana foi dourado nas piscinas de Tóquio. Neste domingo (29), a nadadora Maria Carolina Santiago quebrou o jejum de 17 anos do Brasil na natação feminina. A atleta pernambucana de 36 anos não só levou o ouro nos 50m livres como estabeleceu um novo recorde paralímpico, ao percorrer a distância em 26s82. Ela compete na classe S13, para atletas com deficiências visuais. Foi o segundo pódio de Carol na capital japonesa. Ela já havia sido bronze nos 100m costas na classe S12. O mineiro Gabriel Araújo, que já tinha levado prata nos 100m livres, conquistou a décima medalha de ouro para o Brasil, vencendo a final dos 200m livres. Também na natação, a paranaense Beatriz Carneiro levou o bronze nos 100m peito. E um outro ouro histórico e feminino para o Brasil veio no halterofilismo: Mariana D’Andrea conquistou o primeiro ouro do Brasil no esporte na história das Paralimpíadas. A judoca Alana Maldonado levou uma medalha de ouro, a primeira do Brasil nos Jogos Paralímpicos. E Meg Emmerich garantiu mais um bronze para o judô brasileiro com um Ippon contra a mongol Nyamaa. O baiano Renê Pereira ganhou o bronze na final do remo do Skiff simples. O atleta já acumula outros títulos, como pentacampeão brasileiro e tricampeão sul-americano. Sexto lugar e 30 medalhas Com isso, o Brasil mantém o seu sexto lugar no quadro de medalhas dos Jogos Paralímpicos de Tóquio neste domingo (29), com 30 medalhas no total, sendo dez de ouro, cinco de prata e 15 de bronze. O país fica atrás apenas de China, Grã-Bretanha, Comitê Paralímpico Russo, Estados Unidos e Ucrânia no quadro geral de medalhas. Os jogos Paralímpicos acontecem até o dia 5 de setembro. E a Seleção Brasileira de futebol de 5, que busca o pentacampeonato paralímpico, venceu a China por 3 a 0 no jogo de estreia neste domingo. O Brasil está no grupo A, junto com os donos da casa e com a França. Atletas afegãos Os dois atletas paraolímpicos afegãos, que não embarcaram para Tóquio após o Talibã assumir o poder no país, chegaram no sábado (28) ao Japão e vão finalmente participar dos Jogos Paralímpicos, anunciou o Comitê Paralímpico Internacional.  "A equipe paralímpica afegã, representada por Zakia Judadadi e Hossain Rasuli, chegou à capital japonesa no sábado, 28 de agosto, pronta para participar dos Jogos Paraolímpicos de Tóquio 2020", informou o comitê, especificando que "foram levados no último fim de semana de Cabul a Paris", antes de viajar para o Japão. "Esta semana, os atletas descansaram e treinaram em Paris", acrescentou a entidade. Os dois atletas estavam entre as dezenas de milhares de pessoas que não puderam deixar o Afeganistão desde a violenta ofensiva dos talibãs. Zakia Judadadi até fez um pedido de ajuda para fugir do país. "O anúncio deu início a uma operação mundial que levou à sua retirada em segurança do Afeganistão, sua estadia na França e agora sua chegada em segurança em Tóquio", explicou o presidente da CPI, o brasileiro Andrew Parsons. Judadadi, que nasceu com uma má formação no membro superior, vai competir no Taekwondo na categoria até 49 kg na quinta-feira, 2 de setembro (categoria K44). Já Rasuli, que perdeu o braço esquerdo na explosão de uma mina, participará da prova de 400 metros de atletismo (T47) um dia depois. (Com AFP)
    8/29/2021
    5:55
  • ESPORTE EM FOCO - Contratação de Messi é estratégia para alavancar soft power do Catar
    O craque argentino Lionel Messi não poderia esperar uma acolhida mais calorosa no clube francês Paris Saint-Germain. Ele mesmo classificou as suas primeiras horas na capital francesa como “uma loucura”.   Por Paloma Varón  Ao falar pela primeira vez na sede do clube parisiense, Messi saudou o time fantástico no qual entrou e falou de seus companheiros de ataque, sue amigos Neymar e Di María e o jovem Kylian Mbappé. Mas, enquanto não entra em campo pra valer, o investimento na marca Messi já começou a render dividendos ao PSG, ou melhor, ao Qatar Sports Investments (QSI). A contratação do superstar, eleva o soft power do Catar a menos de um ano da Copa do Mundo, que acontecerá no país, em 2022. Segundo o economista especialista em esporte Pierre Rondeau, o contrato de Messi é parte da estratégia de promoção do Catar.  "Não é uma política de longo termo. Aqui temos um contrato de dois anos, renovável por mais um. Messi está em fim de carreira, mas, em termos de visibilidade e de resultado midiático, de soft power para o Catar, é interessante", disse o economista. "Sim, já podemos falar de resultados: o Catar finalmente conseguiu trazer para o seu ringue o seis vezes Bola de Ouro e um dos melhores jogadores do mundo", completou Rondeau.  Fair play financeiro Durante a entrevista coletiva, de apresentação do jogador, o presidente do clube francês, Nasser Al-Khelaifi, explicou como driblou o obstáculo do fair play financeiro estabelecido pela UEFA. O mecanismo das autoridades europeias de futebol visa impedir despesas excessivas dos clubes de futebol. Ele garantiu que o clube não infringe as regras com a contratação do argentino. “Somos muito atentos às regras do fair play financeiro. A primeira coisa que fazemos é falar com nossos conselheiros comerciais, financeiros e jurídicos antes de assinar com alguém”, afirmou. “Nós queríamos estar seguros de poder contratar Leo sem qualquer problema”, disse o presidente do PSG.  Mas, para os torcedores que se aglomeraram no Parque dos Prícipes para ver o seu ídolo, o que importa é o troféu. É o caso dos jovens Taylor e Ilyes.  "A gente quer ver Messi jogar. A gente espera que ele nos faça superar esta etapa, a única coisa que falta ao nosso time é ganhar a Liga dos Campeões. A gente espera que seja ele que nos faça chegar lá. Ele é o melhor jogador do mundo e está no melhor clube do mundo. Não tem razão para não ganhar", acredita Taylor, de 19 anos, fã ardoroso do PSG e de Messi.  "Eu ainda não acredito que temos Messi. Este ano a gente vai ganhar o troféu da Liga dos Campeões. Não tem nada que nos impeça. É agora ou nunca", aposta Ilyes, outro torcedor que compareceu ao Parque dos Príncipes para ver o seu ídolo na quarta-feira (11), quando o jogador foi apresentado oficialmente pelo PSG.  Criptomoedas do PSG em alta E os torcedores, mais do que nunca, têm o direito de cobrar resultados de seus clubes e ídolos. A assinatura do contrato de Messi alavancou a venda da criptomoeda do Paris Saint-Germain. O clube francês revelou que vai pagar parte do seu salário com " fan tokens" ou tokens do torcedor, os ativos criptográficos do PSG. Essa forma especulativa de financiamento se espalhou durante a pandemia em muitos clubes de futebol, devido à redução de outras receitas, como televisão ou ingressos para o estádio. Para a advogada Angela Cubillos, os fan tokens têm duas vantagens principais:  "Eu identifico dois benefícios para as organizações de futebol. O primeiro é um sistema de governança. Este sistema pode ser atrativo porque vai permitir a inclusão dos torcedores nas decisões do clube. Eles vão comprar os tokens e vão receber benefícios, uma contrapartida, como acesso a eventos exclusivos, entradas gratuitas ou por sorteio, encontro com os jogadores...", disse.  Segundo Cubillos, "é uma característica muito importante do sistema de blockchain, que permite a descentralização da tomada de decisões". Um sistema de governança aberto. E o segundo benefício, explica a advogada, é que a participação dos torcedores vai permitir ao clube o financiamento dos salários dos jogadores. "Como é o caso de Messi, com salários altíssimos. Parte do salário de Messi vai ser pago pelos torcedores. É um sistema de colaboração em termos de governança e em termos financeiros." A imprensa francesa afirma que o saláriodo craque argentino é estimado entre € 35 milhões e € 40 milhões por ano, o equivalente entre R$ 212 milhões e R$ 240 milhões. Messi já ganhou quatro vezes a Liga dos Campeões com o Barcelona, mas, durante a coletiva de imprensa na última quarta-feira (11), foi prudente: “Não é fácil vencer a Liga dos Campeões. Você pode ter a melhor equipe do mundo e não ganhar nada”, disse o craque.  O desafio agora é erguer a taça com a camisa do PSG para justificar o alto investimento e a euforia da torcida.
    8/15/2021
    5:23

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